Na era da Inteligência Artificial Generativa, a interação máquina-humano se dá principalmente via prompt, a instrução textual que guia a IA. Mas, como formular a “pergunta certa” para obter as melhores respostas e evitar ambiguidades? Iniciamos uma série dedicada ao tema, explicando sua importância, explorando sua anatomia, categorizando seus tipos e introduzindo parâmetros que podem refinar significativamente suas interações, permitindo alcançar resultados mais precisos, relevantes e até criativos.
Avaliação em tempos de Inteligência Artificial
Entre o temor à “cola” e o desafio de reimaginar provas e tarefas, os chatbots de IA generativa estão provocando um pânico moral sobre este “nó” ao redor das atividades avaliativas, a partir de pesquisas científicas sobre o tema?
“Resolver a parada”, “vai você”e “pra mim está bom”
Um texto mais autoral, abordo como pragmatismo, delegação de tarefas e expectativas de qualidade influenciam nossa percepção sobre integridade acadêmica, substituição do trabalho docente e integração da IA no campo educacional.
IA e o conceito de tarefa no futuro da sala de aula
O que vamos esperar de nossos alunos na Era da Inteligência Artificial? A partir de uma discussão sobre o copiar e colar, a natureza da tarefa pedagógica entra em questão, exigindo adaptação de nós, professores.
Menos tempo na escola e menos provas: melhor desempenho educacional?
É com esta provocativa questão que um documentário recentemente lançado analisa o sistema educacional finlandês, o mais “surpreendente do mundo”, como diz seu subtítulo. Porém, quais são as razões para este sucesso educativo? Entre uma conjunção de fatores, analisamos brevemente o papel que a própria concepção de conhecimento, em uma epistemologia da educação, tem sobre este fenômeno.