<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
		>
<channel>
	<title>Comentários sobre Marcelo Sabbatini</title>
	<atom:link href="http://www.marcelo.sabbatini.com/comments/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.marcelo.sabbatini.com</link>
	<description>Pesquisa, educação, tecnologia...</description>
	<lastBuildDate>Mon, 29 Aug 2011 00:21:07 +0000</lastBuildDate>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.3.2</generator>
	<item>
		<title>Comentário sobre Deveres de casa 2.0: reprodução das práticas docentes tradicionais? por tereza bruno</title>
		<link>http://www.marcelo.sabbatini.com/deveres-de-casa-dois-ponto-zero-ead/#comment-24</link>
		<dc:creator>tereza bruno</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Aug 2011 00:21:07 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.marcelo.sabbatini.com/deveres-de-casa-dois-ponto-zero-ead/#comment-24</guid>
		<description>Realmente é um cuidado a ser tomado e sempre para que a EAD não se torne como a educação tradicional: ótimos materiais didáticos, fóruns , discussões, publicações até na web, congressos e etc.e tal, mas na realidade... a realidade despedaçada, ineficiente, produzindo analfabetos com diplomas de curso superior. Triste herança da &quot;inovadora&quot; educação do regime militar que até hoje vigora no Brasil. Cuidemos para que a EAD não siga este triste caminho.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Realmente é um cuidado a ser tomado e sempre para que a EAD não se torne como a educação tradicional: ótimos materiais didáticos, fóruns , discussões, publicações até na web, congressos e etc.e tal, mas na realidade&#8230; a realidade despedaçada, ineficiente, produzindo analfabetos com diplomas de curso superior. Triste herança da &#8220;inovadora&#8221; educação do regime militar que até hoje vigora no Brasil. Cuidemos para que a EAD não siga este triste caminho.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre O astronauta brasileiro e o &#8220;Regresso às Estrelas&#8221; por Marcelo Sabbatini</title>
		<link>http://www.marcelo.sabbatini.com/o-astronauta-brasileiro-e-o-regresso-as-estrelas/#comment-22</link>
		<dc:creator>Marcelo Sabbatini</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Aug 2011 01:43:25 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.marcelo.sabbatini.com/?p=8#comment-22</guid>
		<description>Ao realizar um &quot;ego browsing&quot; hoje, descobri que a Força Aérea Brasileira fez uma resenha deste texto. Segue abaixo:

&lt;h3&gt;Estudo diz que voo foi “mito ufanista”&lt;/h3&gt;

O passeio espacial de Marcos Pontes representou retorno positivo ao país? Muita gente diz que não. Entre esses se alinha o pesquisador Marcelo Sabbatini, do Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Local da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE). No estudo “O astronauta brasileiro e o Regresso das Estrelas: mito e política científica na análise de conteúdo da cobertura da missão Centenário da Agência Espacial Brasileira”, ele arrasa com a imagem criada a respeito do voo do militar brasileiro. Sabbatini ressalta que Pontes foi vendido como “pioneiro” e “herói”, com tinturas de misticismo/espiritualidade apropriadas à construção de um mito.

Pontes não contribuiu muito para driblar seus críticos. Em 18 de maio de 2006, menos de dois meses após desfilar no espaço, o astronauta deixou a FAB e ingressou na reserva das Forças Armadas, remunerado com soldo de tenente-coronel.

De lá para cá, manteve o treinamento na Nasa, mas também dá palestras, leciona em universidade no Brasil e inclusive aparece em comerciais – como o de um travesseiro com tecnologia Nasa, “aprovado e recomendado pelo astronauta brasileiro”.

Fonte: &lt;a href=&quot;http://www.fab.mil.br/portal/capa/index.php?datan=27/03/2011&amp;page=mostra_notimpol&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;Noticiário de Imprensa da Aeronáutica (NOTIMP), 27 de março de 2011.&lt;/a&gt;.

&lt;i&gt;Em hora, meu estudo não critica tanto a viagem, como a nota da FAB indica, mas a cobertura midiática realizada pela Folha Online. Se esta cobertura foi influenciada por uma estratégia de comunicação da Agência Espacial Brasileira ou se atendeu a critérios próprios do &lt;i&gt;newsmaking&lt;/i&gt; é algo que vai além das possibilidades deste estudo.&lt;/i&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ao realizar um &#8220;ego browsing&#8221; hoje, descobri que a Força Aérea Brasileira fez uma resenha deste texto. Segue abaixo:</p>
<h3>Estudo diz que voo foi “mito ufanista”</h3>
<p>O passeio espacial de Marcos Pontes representou retorno positivo ao país? Muita gente diz que não. Entre esses se alinha o pesquisador Marcelo Sabbatini, do Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Local da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE). No estudo “O astronauta brasileiro e o Regresso das Estrelas: mito e política científica na análise de conteúdo da cobertura da missão Centenário da Agência Espacial Brasileira”, ele arrasa com a imagem criada a respeito do voo do militar brasileiro. Sabbatini ressalta que Pontes foi vendido como “pioneiro” e “herói”, com tinturas de misticismo/espiritualidade apropriadas à construção de um mito.</p>
<p>Pontes não contribuiu muito para driblar seus críticos. Em 18 de maio de 2006, menos de dois meses após desfilar no espaço, o astronauta deixou a FAB e ingressou na reserva das Forças Armadas, remunerado com soldo de tenente-coronel.</p>
<p>De lá para cá, manteve o treinamento na Nasa, mas também dá palestras, leciona em universidade no Brasil e inclusive aparece em comerciais – como o de um travesseiro com tecnologia Nasa, “aprovado e recomendado pelo astronauta brasileiro”.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.fab.mil.br/portal/capa/index.php?datan=27/03/2011&#038;page=mostra_notimpol" rel="nofollow">Noticiário de Imprensa da Aeronáutica (NOTIMP), 27 de março de 2011.</a>.</p>
<p><i>Em hora, meu estudo não critica tanto a viagem, como a nota da FAB indica, mas a cobertura midiática realizada pela Folha Online. Se esta cobertura foi influenciada por uma estratégia de comunicação da Agência Espacial Brasileira ou se atendeu a critérios próprios do </i><i>newsmaking</i> é algo que vai além das possibilidades deste estudo.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
</channel>
</rss>

